domingo, 18 de setembro de 2011
Obama quer criar imposto dos milionários
Uma proposta do presidente estadunidense Barack Obama pretende criar um novo imposto a ser cobrado apenas para pessoas que ganham mais de um milhão de dólares por ano. O “Imposto Buffet”, como está sendo chamado, é uma proposta que foi encaminha ao Congresso dentro do plano de metas a longo prazo para combater a crise financeira por que passa o país. A medida foi bastante criticada pela oposição republicana, que acusou o chefe de Estado de estar promovendo uma “guerra de classes”, conforme afirmou Paul Ryan, presidente do Comitê de Orçamento da Câmara dos Deputados. "A guerra de classes pode ser boa para a política, mas é terrível para a economia", declarou.
Rebeldes líbios retomam batalha por redutos de Kadafi
Foto: AFP
O governo interino da Líbia, empenhado em tomar o controle dos redutos restantes de Muammar Gaddafi, recuou depois de outro ataque caótico na cidade do deserto de Bani Walid, no domingo, mas retomou sua batalha por Sirte, a terra natal do líder deposto.
Forças do Conselho Nacional de Transição (NTC) encontraram forte resistência nos últimos redutos de Gaddafi, que eles precisam controlar antes de poder declarar a Líbia "libertada" e começar a trabalhar em uma Constituição antes das eleições.
Desde que os rebeldes dominaram Trípoli em 23 de agosto, há especulações se Gaddafi está em Bani Walid, Sirte, na cidade do deserto de Sabha ou em outro lugar. Seu porta-voz disse à Reuters no sábado que o líder deposto ainda estava na Líbia, comandando a resistência.
Combatentes anti-Gaddafi tentaram várias vezes invadir Bani Walid, (150 quilômetros a sudeste de Trípoli) nos últimos dias. A última tentativa terminou no domingo com um recuo diante do fogo pesado dos defensores da cidade.
"Há falta de organização até o momento. Homens de infantaria estão correndo em todas as direções," disse Zakaria Tuham, um combatentes de uma brigada baseada em Trípoli.
"As forças de Gaddafi nos atacaram fortemente com foguetes e morteiros, por isso tivemos que recuar."
Um repórter da Reuters viu os combatentes recuarem cerca de dois quilômetros depois de terem invadiram a cidade.
Batalha Por Sirte
Forças do CNT também atacaram Sirte, cidade natal de Gaddafi, com o lançamento de foguetes a partir da entrada sul da cidade e trocaram fogo com tropas leais a Gaddafi reunidas em um centro de conferências.
"A situação é muito perigosa. Existem muitos atiradores e todos os tipos de armas que você pode imaginar," disse o rebelde anti-Gaddafi Mohamed Abdullah, sob a fumaça de foguetes que toma conta da cidade.
Forças do Conselho Nacional de Transição (NTC) encontraram forte resistência nos últimos redutos de Gaddafi, que eles precisam controlar antes de poder declarar a Líbia "libertada" e começar a trabalhar em uma Constituição antes das eleições.
Desde que os rebeldes dominaram Trípoli em 23 de agosto, há especulações se Gaddafi está em Bani Walid, Sirte, na cidade do deserto de Sabha ou em outro lugar. Seu porta-voz disse à Reuters no sábado que o líder deposto ainda estava na Líbia, comandando a resistência.
Combatentes anti-Gaddafi tentaram várias vezes invadir Bani Walid, (150 quilômetros a sudeste de Trípoli) nos últimos dias. A última tentativa terminou no domingo com um recuo diante do fogo pesado dos defensores da cidade.
"Há falta de organização até o momento. Homens de infantaria estão correndo em todas as direções," disse Zakaria Tuham, um combatentes de uma brigada baseada em Trípoli.
"As forças de Gaddafi nos atacaram fortemente com foguetes e morteiros, por isso tivemos que recuar."
Um repórter da Reuters viu os combatentes recuarem cerca de dois quilômetros depois de terem invadiram a cidade.
Batalha Por Sirte
Forças do CNT também atacaram Sirte, cidade natal de Gaddafi, com o lançamento de foguetes a partir da entrada sul da cidade e trocaram fogo com tropas leais a Gaddafi reunidas em um centro de conferências.
"A situação é muito perigosa. Existem muitos atiradores e todos os tipos de armas que você pode imaginar," disse o rebelde anti-Gaddafi Mohamed Abdullah, sob a fumaça de foguetes que toma conta da cidade.
Penas de dinossauros e aves foram encontradas em árvore do Canadá
Penas com aproximadamente 80 milhões de anos que seriam de dinossauros e aves foram encontradas bem conservadas em rezinas de árvores fossilizadas no Canadá. A descoberta foi feita por paleontólogos canadenses, que divulgaram as informações nesta quinta-feira (15). Com as amostras encontradas os cientistas conseguiram perceber que as plumagens encontradas tinham um conjunto de funções tanto para os dinossauros quanto para as aves. A variedade das penas comprova que a evolução das plumas estava presente na época final do Cretáceo. O artigo descrevendo a descoberta deve ser publicado na edição desta sexta-feira (16) da revista científica Science, no qual será explicado como o âmbar encontrado com 11 penas diferentes conseguiu preservar características microscópicas da evidência evolutiva. Detalhes como as cores, por exemplo, foram identificados, sendo que a coloração varia do preto ao marrom. Os pesquisadores também identificaram que as penas fizeram parte de dinossauros não aviários, mas existem aves atuais que mostram plumagem parecida com a encontrada.
O âmbar foi encontrado na região do Lago Grassy, mas os fósseis dos dinossauros e aves que teriam tido as plumas não estavam no mesmo local. A comparação feita com plumas encontradas nas rochas já mostrou que a plumagem encontrada pode ter sido de espécies como pequenos terópodes, dinossauros carnívoros.
De acordo com o líder do estudo, Ryan McKellar, da Universidade de Alberta, “temos penas que parecem com filamentos do tipo dos pêlos, temos estes mesmos filamentos aglutinados em grupos e temos então uma série que é idêntica às das penas dos pássaros modernos”.
O âmbar foi encontrado na região do Lago Grassy, mas os fósseis dos dinossauros e aves que teriam tido as plumas não estavam no mesmo local. A comparação feita com plumas encontradas nas rochas já mostrou que a plumagem encontrada pode ter sido de espécies como pequenos terópodes, dinossauros carnívoros.
De acordo com o líder do estudo, Ryan McKellar, da Universidade de Alberta, “temos penas que parecem com filamentos do tipo dos pêlos, temos estes mesmos filamentos aglutinados em grupos e temos então uma série que é idêntica às das penas dos pássaros modernos”.
Estudante que sequestrou ônibus na Barra pode ser indiciado por homicídio
O estudante Pedro Henrique Garcia de Souza, que sequestrou um ônibus na manhã deste domingo, na Barra da Tijuca, Zona Oeste do Rio de Janeiro, pode ser indiciado por tentativa de homicídio, furto, dano doloso e lesão corporal. As informações são do delegado-adjunto Bruno Gilaberte, da 12ª DP (Copabana), onde a ocorrência foi registrada.
- Entenda como foi o sequestro
- Sidney Rezende: Como tratar um bêbado "louco" no trânsito?
Segundo ele, o jovem ainda teria tentado lançar o carro de um taxista no mar.
Pedro Henrique teve o rosto e pernas feridas durante o momento em que os policiais o prenderam.
"Ele está ferido porque ele resistiu à prisão quando paramos o ônibus. Os policiais tiveram que usar a força. Ele fala palavras desconexas e diz que é protegido da presidente Dilma Roussef e do Nilo Batista", afirmou o delagado, que também contou que o estudante já teve quatro passagens pela polícia: por injúria violação doméstica, danos morais e porte de drogas.
- Entenda como foi o sequestro
- Sidney Rezende: Como tratar um bêbado "louco" no trânsito?
Segundo ele, o jovem ainda teria tentado lançar o carro de um taxista no mar.
Pedro Henrique teve o rosto e pernas feridas durante o momento em que os policiais o prenderam.
"Ele está ferido porque ele resistiu à prisão quando paramos o ônibus. Os policiais tiveram que usar a força. Ele fala palavras desconexas e diz que é protegido da presidente Dilma Roussef e do Nilo Batista", afirmou o delagado, que também contou que o estudante já teve quatro passagens pela polícia: por injúria violação doméstica, danos morais e porte de drogas.
Líderes mundiais se reúnem em Nova York
BRASÍLIA - A 66ª Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU) ocorre no momento em que o mundo discute os impactos da crise econômica internacional, os conflitos no Norte da África e no Oriente Médio, o agravamento da fome em vários países africanos, a pressão da Autoridade Nacional Palestina (ANP) para reconhecer o Estado palestino e as dificuldades para a reconstrução do Haiti.
Todos os temas fazem parte da agenda internacional da presidente Dilma Rousseff, que pela primeira vez, abrirá os trabalhos da Assembleia Geral das Nações Unidas, na manhã de quarta-feira (21). Dilma chega hoje (18) a Nova York. A expectativa, de acordo com diplomatas e especialistas, é que ela anuncie a posição do Brasil em relação a temas considerados sensíveis.
A presidenta deverá mencionar a posição do governo brasileiro em relação ao Conselho Nacional de Transição (CNT) da Líbia – comandado pela oposição ao presidente líbio, Muammar Khadafi. Anteontem (16) a ONU reconheceu o órgão e mais de 60 governos também legitimam o conselho como capaz de coordenar a transição na Líbia. Mas a Brasil ainda não se posicionou.
Em relação ao Estado da Palestina, o Brasil é favorável à autonomia da região respeitando o negociado em 1967. Em dezembro do ano passado, o então presidente Luiz Inácio Lula da Silva reiterou o reconhecimento e recebeu mensagens de agradecimento das autoridades palestinas. Na ONU, o presidente da ANP, Mahmoud Abbas, avisou que vai pedir o reconhecimento do Estado da Palestina como independente.
Todos os temas fazem parte da agenda internacional da presidente Dilma Rousseff, que pela primeira vez, abrirá os trabalhos da Assembleia Geral das Nações Unidas, na manhã de quarta-feira (21). Dilma chega hoje (18) a Nova York. A expectativa, de acordo com diplomatas e especialistas, é que ela anuncie a posição do Brasil em relação a temas considerados sensíveis.
A presidenta deverá mencionar a posição do governo brasileiro em relação ao Conselho Nacional de Transição (CNT) da Líbia – comandado pela oposição ao presidente líbio, Muammar Khadafi. Anteontem (16) a ONU reconheceu o órgão e mais de 60 governos também legitimam o conselho como capaz de coordenar a transição na Líbia. Mas a Brasil ainda não se posicionou.
Em relação ao Estado da Palestina, o Brasil é favorável à autonomia da região respeitando o negociado em 1967. Em dezembro do ano passado, o então presidente Luiz Inácio Lula da Silva reiterou o reconhecimento e recebeu mensagens de agradecimento das autoridades palestinas. Na ONU, o presidente da ANP, Mahmoud Abbas, avisou que vai pedir o reconhecimento do Estado da Palestina como independente.
O assunto divide opiniões na comunidade internacional. O governo de Israel é contrário à proposta porque alega que os palestinos querem dividir a cidade de Jerusalém, algo inaceitável para os israelenses. Os norte-americanos informaram que vão rejeitar o pedido de Abbas porque defendem mais negociações antes do reconhecimento.
A crise econômica mundial é outro tema que será abordado pelos líderes. Dilma alertou, em várias ocasiões, sobre impactos da crise nos países em desenvolvimento e disse que o Brasil redobrará os esforços para evitar os efeitos na região. Paralelamente, a Europa busca meios de impedir o agravamento da situação.
Os conflitos nos países muçulmanos ganharam desdobramentos que vão além das questões regionais, pois na Líbia o país vive em clima de guerra, enquanto na Síria o presidente Bashar Al Assad demonstra não respeitar os acordos internacionais para preservação dos direitos humanos e a situação se agrava. O cálculo é que mais de 2,6 mil sírios morreram em seis meses de confrontos.
A comunidade internacional deve, mais uma vez, agora nas presenças dos líderes mundiais, rechaçar a forma como Assad conduz o conflito na Síria e cobrar o fim dos confrontos e a aplicação de medidas democráticas. Paralelamente, outra preocupação é com a situação no Haiti. Desde 12 de janeiro de 2010, quando houve o terremoto que devastou o país, há esforços para sua reconstrução.
A instabilidade política no Haiti se reflete também na ajuda humanitária ao país e no processo de reconstrução, segundo o secretário-geral das Nações Unidas na região, Mariano Fernández. O alerta foi feito na última sexta-feira (16). O Brasil é um dos países que mais têm cooperado com o Haiti, de acordo com o embaixador haitiano em Brasília, Idalbert Pierre-Jean.
Dilma está em Nova York acompanhada por cinco ministros: o das Relações Exteriores, Antonio Patriota; o da Saúde, Alexandre Padilha; o do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Fernando Pimentel; o do Esporte, Orlando Silva; e a da Comunicação Social da Presidência da República, Helena Chagas.
A crise econômica mundial é outro tema que será abordado pelos líderes. Dilma alertou, em várias ocasiões, sobre impactos da crise nos países em desenvolvimento e disse que o Brasil redobrará os esforços para evitar os efeitos na região. Paralelamente, a Europa busca meios de impedir o agravamento da situação.
Os conflitos nos países muçulmanos ganharam desdobramentos que vão além das questões regionais, pois na Líbia o país vive em clima de guerra, enquanto na Síria o presidente Bashar Al Assad demonstra não respeitar os acordos internacionais para preservação dos direitos humanos e a situação se agrava. O cálculo é que mais de 2,6 mil sírios morreram em seis meses de confrontos.
A comunidade internacional deve, mais uma vez, agora nas presenças dos líderes mundiais, rechaçar a forma como Assad conduz o conflito na Síria e cobrar o fim dos confrontos e a aplicação de medidas democráticas. Paralelamente, outra preocupação é com a situação no Haiti. Desde 12 de janeiro de 2010, quando houve o terremoto que devastou o país, há esforços para sua reconstrução.
A instabilidade política no Haiti se reflete também na ajuda humanitária ao país e no processo de reconstrução, segundo o secretário-geral das Nações Unidas na região, Mariano Fernández. O alerta foi feito na última sexta-feira (16). O Brasil é um dos países que mais têm cooperado com o Haiti, de acordo com o embaixador haitiano em Brasília, Idalbert Pierre-Jean.
Dilma está em Nova York acompanhada por cinco ministros: o das Relações Exteriores, Antonio Patriota; o da Saúde, Alexandre Padilha; o do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Fernando Pimentel; o do Esporte, Orlando Silva; e a da Comunicação Social da Presidência da República, Helena Chagas.
Terremoto mata ao menos 12 na Índia e no Nepal
Um forte terremoto atingiu o nordeste da Índia, o Nepal e Bangladesh no começo da noite deste domingo (pelo horário local, às 18h10), disseram autoridades, matando pelo menos 12 pessoas, danificando prédios e levando muitas pessoas na capital do Nepal, Katmandu, a correrem assustadas pelas ruas. A emissora de TV regional indiana NewsLive relatou que entre 10 e 12 edifícios desmoronaram em Gangtok, capital do Estado indiano de Sikkim.
Pelo menos cinco pessoas foram mortas pelo sismo em Sikkim e mais de 50 ficaram feridas, de acordo com o secretário estadual Karma Gyatso. Os Estados indianos de Bengala Ocidental e Bihar registraram cada um uma morte e o governo do Nepal disse que cinco pessoas foram mortas na capital Katmandu e que dezenas estão feridas.
A verdadeira extensão do desastre ainda não é bem conhecida, uma vez que o terremoto foi sentido principalmente nas regiões montanhosas do norte da Índia e no Nepal, regiões escassamente povoadas. O epicentro do terremoto localiza-se 68 quilômetros ao sudeste de Gangtok, perto da fronteira da Índia com o Tibete (China).
A Força Aérea da Índia enviou cinco aviões às regiões mais afetadas e o primeiro-ministro Manmohan Singh ofereceu enviar tropas em auxílio aos resgates no Estado de Sikkim.
O terremoto também foi sentido na capital da Índia, Nova Délhi, e na capital de Bangladesh, Daca. As pessoas saíram de prédios que balançaram na noite deste domingo e foram assustadas para as calçadas das ruas e avenidas.
R.S. Dattatreyan, autoridade indiana de sismologia, disse que o terremoto teve uma magnitude preliminar de 6,8. O centro do tremor foi detectado perto da fronteira com o Nepal, e desencadeou pelo menos outros dois abalos de magnitude 6,1 e 5,3. De acordo com ele, mais tremores são possíveis.
As informações são da Associated Press.
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